quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Guerra


Bang…
Em seguida silêncio, dor e tristeza,
Um aperto de coração, que bate intensamente.

Do outro lado do mar
Esperam noticias,
De gente com saudade,
Cumprem sem fala
Caprichos de um sonhador!

Famílias, mães, mulheres…
Sem rumo nem orientação!

Amargura.
Amargura é o que resta.

Trazendo consigo
O terrível pensamento,
Da honrosa gente esquecer.

Lágrimas após lágrimas,
Neste desespero humano,
Para que se possa cumprir a vontade,
Deste triste fado.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Tu que foges com o vento

Como um barco à deriva,
Baloiço, baloiço, baloiço,
Para cima, para baixo,
Como o ciclo da vida.

Uma vida inteira nesta melancolia,
Um olhar sem olhos,
Um toque sem pele,
Algo que não existe.

Uma dor talvez,
Ou até mesmo uma luz,
Que me guia,
Neste lugar morbido e triste.

Cantando liberto minha alma,
De um lugar longínquo e escuro.
Encanta uns e desencanta outros.
Morrer, que seja agora!

A vida não para,
Poucos dias tenho,
Deixei a juventude com o vento.
Mas fica, sempre a saudade

quinta-feira, 4 de março de 2010

Espelho

O reflexo,
Uma imagem,
Um mimo,
Um espelho da Alma.

Confiamos os nossos segredos,
O abrir da caixa de Pandora,
A liberdade do oculto,
Os segredos que nos protegem.

Uma cúpula,
Um karma,
O destino,
A transfiguração da pessoa,
A imaginação.

A nosso Alma voa para o infinito,
Uma terra Cheia de alegria e cor,
Um mundo de imaginação,
Onde ninguem nos agarra.

Voamos, dançamos,
Pura e simplesmente,
Vivemos.

Esquecemos uma vida dura,
Cruel, mártir da doença e morte,
mas seguimos de cabeça levantada,
Porque sabemos que há mais um dia,
Uma vida nova.

Brota uma alegria incontestavel,
Algo que não podemos perder,
Um reflexo,
Uma Alma,
Um ser humano

Síndroma Perfeito

O meu coração palpita,
Socorro, socorro!
Que síndroma perfeito,
Este amor!

Mil palpitações por segundo,
Sinto passar um cheiro inconfundível,
Um vulto, uma voz,
Dou graças aos Céus.

Meu amor, és tu!

Dois corações,
Duas Almas,
Uma História perfeita,
Uma chama que se mantém acesa.

À minha volta vejo campos,
Flores e Árvores,
Um templo em tua Honra,
Esperando por mim de braços abertos.

Sinto no Céu,
Escrito a tinta,
Para toda a Eternidade.